
Eu acompanhei o ARF desde as primeiras edições, quando tinha pouco (ou nenhum) apoio, pouca estrutura e colaboração.Me lembro das infindáveis brigas com gente que queria tocar a qualquer custo e além de não ter trabalho autoral, não colaborar com a organização e ainda complicar a vida da organização. Pois bem, isso agora é passado! Desde a edição anterior é possível perceber uma evolução imensa(tudo bem, essa evolução essa evolução foi gradual, mas ela ficou extremamente perceptível nessas duas ultimas edições, principalmente em se comparando como primeiro festival... )
Fechando este retrospecto, na edição anterior o ARF foi realizado na arena do Ita, na entrada da cidade de itabirito, com bandas como as belo-horizontinas Udora e Monno na line-up, com uma estrutura menor que a edição atual, mas com um salto qualitativo imenso em comparação às demais edições.
A atual edição , diferente das demais, foi realizada em praça pública, totalmente grátis, e mesmo assim teve a melhor das estruturas do festival, com um palco grande, bem montado, som e luz corretos, instalações se prepararem para as apresentações e etc... tudo muito bem organizado e com pouquíssimos(ou talvez nenhum) porém.
Pois bem, o festival começou por volta das 15 horas do domingo, com a banda local de rock cristão Sage, que a meu ver, destoou um pouco da proposta do festival, já que seu repertório era basicamente formado de covers de bandas bem estabelecidas do cenário musical cristão brasileiro(eu conheço bem pouco esse cenário, tudo bem, mas os medalhões eu sei quem são...)e acredito que pela qualidade técnica dos músicos da Sage, eles poderiam investir mais forte em um trabalho autoral...
Logo após a Sage tivemos o Heavy Metal tradicional do Silvercrow, correto e bem tocado etc etc etc...mas que não me animou, já que Heavy metal tradicional me dá uma preguiça do tamanho do mundo...(risos)
Após o festival de agudos , falsetes , pedais duplos e baixos cavalgados do Silvercrow, veio metal extremo dos goianos do Phantoche, que depois de viajarem 12 horas até Itabirito, já conseguiram melhorar meu animo, com seu som agressivo com ecos de bandas como Pantera, Lamb of God , Slipknot e Neurosis. Destaque para a resposta do vocalista para uma voz no meio do público , que pedia Pantera sem parar... “ a gente já gozou muito tempo com o pau dos outros, agora a gente quer gozar com o nosso mesmo..” resumindo de um jeito simples, agressivo e direto o espírito da organização do festival.
Tocando mais adiante o barco, tivemos o hardcore melódico do D’front que não e despertou muito interesse mesmo executando seu repertório de maneira simples e correta...
Após o D’front veio o In verso, na minha opinião uma das melhores atrações do festival, com um som interessante que me lembrou bandas como Foo Fighters, Weezer e Lemmonheads, com melodias bem construídas, que ficam na cabeça sem encherem a paciência, acessíveis sem passar do ponto...bom, eu vou poupar os meus elogios , senão fica parecendo bajulação gratuita...
Seguindo, veio o Comodoro 78, que finalmente veio representar Itabirito com um trabalho autoral, executando um repertório só de canções próprias, com basttante disposição, não deixando a peteca cair mesmo vindo de uma seqüência de 3 apresentações consecutivas e de os membros da banda estarem trabalhando , e muito na produção do evento.
A pós o show do Comodoro 78, tivemos o pop punk do Rezet, com um show energético, bem ensaiado, com alguns covers bem escolhidos(pra constar, “All Star” do Smash Mouth , “Sugar, we’re going down” e mais uma que o nome me fugiu da memória do Sum 41). O estilo não está entre os meus favoritos, mas o show do Rezet mereceu uma olhada atenta.
Logo após o Rezet, tivemos o Mottim, representado Ouro Preto, voltando a ativa depois de cerca de um ano e meio longe dos palcos por causa das gravações do seu CD. Com sua mistura de Alt. Rock dos anos 90, grunge e stoner, o Mottim fez uma de suas mehores apresentações(sim, eu já vi várias!!!), centrada no repertório do Cd recém gravado, com alguams gratas surpresas como a inserção de “Rehab” da Amy Winehouse no meio de uma das canções, uma sessão de covers dos Beatles protagonizada pelo vocalista, e um Irônico cover de “Feel good hit of the summer” do Queens of the stone age , isso fora um mergulhona bateria no final, dado pelo baixista.
Depois da boa seqüência de shows , veio a banda q considerei a mais deslocada do festival: o Impar ... sim, o show do Impar foi real mente impar(descupem, mas não resisti ao trocadilho idiota...) por que não teve par no festival, de tão insossa...pop demais pra um festival alternativo...simplesmente me entediou e deu vontade de ir embora... uma das POUQUISSIMAS mancadas da organização do festival(junto com as duas bandas de metal, que na minah opinião podiam ser colocadas em um dia a parte das demais, já que o público de metal não se agrega aos demais estilos alternativos) mas o saldo geral foi extremamente positivo , merecendo aplusos tanto pela iniciativa, quanto pela estrutura e acima de tudo pela coragem, já que o trabalho de organizar um festival assim, sobretudo em uma cidade do interior do Brasil como é Itabirito é imenso...Parabéns! e que venham os próximos!!!
Fechando este retrospecto, na edição anterior o ARF foi realizado na arena do Ita, na entrada da cidade de itabirito, com bandas como as belo-horizontinas Udora e Monno na line-up, com uma estrutura menor que a edição atual, mas com um salto qualitativo imenso em comparação às demais edições.
A atual edição , diferente das demais, foi realizada em praça pública, totalmente grátis, e mesmo assim teve a melhor das estruturas do festival, com um palco grande, bem montado, som e luz corretos, instalações se prepararem para as apresentações e etc... tudo muito bem organizado e com pouquíssimos(ou talvez nenhum) porém.
Pois bem, o festival começou por volta das 15 horas do domingo, com a banda local de rock cristão Sage, que a meu ver, destoou um pouco da proposta do festival, já que seu repertório era basicamente formado de covers de bandas bem estabelecidas do cenário musical cristão brasileiro(eu conheço bem pouco esse cenário, tudo bem, mas os medalhões eu sei quem são...)e acredito que pela qualidade técnica dos músicos da Sage, eles poderiam investir mais forte em um trabalho autoral...
Logo após a Sage tivemos o Heavy Metal tradicional do Silvercrow, correto e bem tocado etc etc etc...mas que não me animou, já que Heavy metal tradicional me dá uma preguiça do tamanho do mundo...(risos)
Após o festival de agudos , falsetes , pedais duplos e baixos cavalgados do Silvercrow, veio metal extremo dos goianos do Phantoche, que depois de viajarem 12 horas até Itabirito, já conseguiram melhorar meu animo, com seu som agressivo com ecos de bandas como Pantera, Lamb of God , Slipknot e Neurosis. Destaque para a resposta do vocalista para uma voz no meio do público , que pedia Pantera sem parar... “ a gente já gozou muito tempo com o pau dos outros, agora a gente quer gozar com o nosso mesmo..” resumindo de um jeito simples, agressivo e direto o espírito da organização do festival.
Tocando mais adiante o barco, tivemos o hardcore melódico do D’front que não e despertou muito interesse mesmo executando seu repertório de maneira simples e correta...
Após o D’front veio o In verso, na minha opinião uma das melhores atrações do festival, com um som interessante que me lembrou bandas como Foo Fighters, Weezer e Lemmonheads, com melodias bem construídas, que ficam na cabeça sem encherem a paciência, acessíveis sem passar do ponto...bom, eu vou poupar os meus elogios , senão fica parecendo bajulação gratuita...
Seguindo, veio o Comodoro 78, que finalmente veio representar Itabirito com um trabalho autoral, executando um repertório só de canções próprias, com basttante disposição, não deixando a peteca cair mesmo vindo de uma seqüência de 3 apresentações consecutivas e de os membros da banda estarem trabalhando , e muito na produção do evento.
A pós o show do Comodoro 78, tivemos o pop punk do Rezet, com um show energético, bem ensaiado, com alguns covers bem escolhidos(pra constar, “All Star” do Smash Mouth , “Sugar, we’re going down” e mais uma que o nome me fugiu da memória do Sum 41). O estilo não está entre os meus favoritos, mas o show do Rezet mereceu uma olhada atenta.
Logo após o Rezet, tivemos o Mottim, representado Ouro Preto, voltando a ativa depois de cerca de um ano e meio longe dos palcos por causa das gravações do seu CD. Com sua mistura de Alt. Rock dos anos 90, grunge e stoner, o Mottim fez uma de suas mehores apresentações(sim, eu já vi várias!!!), centrada no repertório do Cd recém gravado, com alguams gratas surpresas como a inserção de “Rehab” da Amy Winehouse no meio de uma das canções, uma sessão de covers dos Beatles protagonizada pelo vocalista, e um Irônico cover de “Feel good hit of the summer” do Queens of the stone age , isso fora um mergulhona bateria no final, dado pelo baixista.
Depois da boa seqüência de shows , veio a banda q considerei a mais deslocada do festival: o Impar ... sim, o show do Impar foi real mente impar(descupem, mas não resisti ao trocadilho idiota...) por que não teve par no festival, de tão insossa...pop demais pra um festival alternativo...simplesmente me entediou e deu vontade de ir embora... uma das POUQUISSIMAS mancadas da organização do festival(junto com as duas bandas de metal, que na minah opinião podiam ser colocadas em um dia a parte das demais, já que o público de metal não se agrega aos demais estilos alternativos) mas o saldo geral foi extremamente positivo , merecendo aplusos tanto pela iniciativa, quanto pela estrutura e acima de tudo pela coragem, já que o trabalho de organizar um festival assim, sobretudo em uma cidade do interior do Brasil como é Itabirito é imenso...Parabéns! e que venham os próximos!!!
